
Assim que o banhista deixa as águas furiosas da praia Brava, uma imensa iguana negra, despreocupada, volta do almoço e ainda posa, imóvel, para as câmeras de alguns raros visitantes. Da rocha ao lado, um pelicano mergulha afobado, pela centésima vez, para tentar pescar algum peixe aprisionado nas piscinas naturais formadas pela maré baixa. No calçadão da ilha vizinha, em pleno porto de San Cristóbal, imensos leões marinhos mal percebem o desembarque confuso de malas e turistas estrangeiros.
O arquipélago de Galápagos, conjunto de ilhas vulcânicas a 1.000 km do continente, tem paisagens naturais para viajante (e cientista) nenhum botar defeito: areias brancas banhadas pelo Pacífico, vulcões ainda em atividade, extensas áreas verdes com flora endêmica e uma exclusiva área marinha com 133 mil km², considerada a segunda maior Reserva Marinha do mundo.
No entanto, nesse selvagem cenário equatoriano, considerado um dos arquipélagos oceânicos mais complexos do planeta, o maior e melhor atrativo da região ainda é a vida animal e seu sensível ecossistema.
*As informações são do UOL Viagem.
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